A GIFO pode
- Analisar material fornecido de forma legítima.
- Preservar e organizar evidência física ou digital.
- Construir cronologias e testar hipóteses.
- Entregar documentação técnica com limitações explícitas.
A intervenção é técnica, independente e contratualmente delimitada. Não substitui autoridades, tribunais ou profissões reguladas.
A avaliação inicial serve precisamente para confirmar se o pedido cabe no nosso âmbito antes de existir qualquer compromisso.
Estes limites protegem o cliente, a independência da análise e a qualidade da documentação. Quando o pedido exige poderes, atos ou especialidades externas, isso é identificado antes da proposta.
A GIFO não detém, interroga coercivamente, apreende nem substitui autoridades competentes.
A análise técnica pode apoiar advogados e organizações, mas não substitui aconselhamento jurídico.
A valoração e admissibilidade pertencem ao tribunal, autoridade ou entidade decisora.
A GIFO não instala, vende, mantém ou gere sistemas de videovigilância.
Resultados automáticos são indicadores auxiliares e exigem revisão humana documentada.
A intervenção procura evitar alterações; qualquer operação sobre originais exige autorização e registo.
Exames laboratoriais ou especialidades fora do âmbito podem exigir entidades externas qualificadas.
A aceitação depende de competência, disponibilidade, legitimidade e verificação de conflitos.
A avaliação inicial identifica incompatibilidades, competências externas e limitações antes da proposta.